Trecho da Introdução de Dádiva de Herói


Introdução

4 cavaleiros cavalgam juntos através das planícies verdes que rodeavam o rio volgir. Em silêncio as figuras encapuzados, vestindo longos mantos pretos de repente pararam em uma pequena estrada de terra...que se dividia em direções diferente.
Os seres fazem um pequena reverência com a cabeça e assim se separam.
O primeiro cavaleiro toma a estrada para o norte...atravessando as gélidas montanhas rumo a um pequeno vilarejo cituado em um grande vale branco pela neve.
O clima na ilha de Agmar era insano de mais.
Ele chega junto com a noite...atravessa o lugar e para enfrente uma taverna. Assim que entra um ar gélido o acompanha. Andando de vagar caminha até o fundo a onde uma vela fraca iluminava um canto escurecido.
Havia um jovem solitário sentado em uma mesa bebendo cerveja.
O encapuzado então faz um leve movimento e retirando de sua túnica um pequeno envelope escarlate.
Sem dizer uma palavra joga o envelope na mesa.
O jovem, um monge banido pelos mestres do grande monastério do céu poente, que se localizava no alto de uma das montanhas do vale.
Sabia que ações valiam mais do que palavras. Sem dizer nada...pegou o envelope o abriu. Passou 10 segundos lendo com bastante atenção. Só então sacou um pequeno punhal e ferindo seu dedão direito manjo o papel com uma gota de sangue. Em um diálogo silêncioso...o encapuzado pegou o papel e se retirou. Esse era Ian Trevor...um sábio na arte da sutileza.
Enquanto isso o segundo cavaleiro cavalgou para o leste...o deserto dos ossos era um lugar bizarro. Não são todas as criaturas que sobrevivem nesse lugar. O ser encapuzado parou em uma pequena casa em formato de iglu. Saltou do cavalo e caminhou até a porta. Antes que pudesse bater fora surpreendido por uma enorme criatura que saltou da areia o esmurrou. Esse era Gordrig, um poderoso golem de madeira, o guardião daquela casa.
O encapuzado levantou rapidamente e sacou sua espada. Es que a porta se abriu...revelando um homem de estatura média...possuía orelhas pontudas e uma longa barba. Seu nome era Anir, famoso ferreiro e artesã conhecido em toda a ilha.
- calma meu amigo.
Falou colocando a mão na criatura.
Este baixou a guarda e de forma infantil sentou no chão.
Vendo que não havia perigo o homem encapuzado guardou a espada e enfiando a mão no bolso sacou um envelope escarlate.
Anir, o pegou e murmurou. Não é todo dia que somos convidados para um banquete. Marcando o papel com seu sangue...o devolveu para o ser encapuzado...
A essa mesma hora a fúria do cavaleiro que rumou para sul caia sobre os famigerados bandidos da cidade sem lei de Baal. O poder amaldiçoado do ser encapuzado derrubou os portões encheu de medo o coração das pobres almas. Até o lendário pirata Atos. O mestre dos ladrões...fora tomado por tal maldição e cedendo ao medo engoliu seu orgulho e recebeu sem grosseria o assombroso convidado....

Continua...

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